Para seduzir o crescente e gigantesco mercado de luxo chinês, a Dior inaugurou em Beijing sua mais nova flagship. Seguindo a nova estratégia da grife, o projeto do arquiteto Peter Marino dá especial atenção para a boutique de menswear e, uma novidade, inclui uma galeria de arte
A Dior inaugurou sua novíssima flagship em Beijing, no shopping de Shin Kong Place, com projeto de Peter Marino, arquiteto americano que tradicionalmente assina os projetos das lojas do grupo LVMH. A abertura coincidiu com o vernissage da mostra 'Lady Dior As SeenBy', com cerca de 60 fotografias, esculturas e trabalhos multimídia baseados na história da coleção de bolsas Lady Dior, lançada em 1995. A mostra também exibe os quatro curtas estrelados pela atriz francesa Marion Cottilard, que empresta seu charme especial para a campanha das cultuadas bolsas.
O tigre e a tigresa
A nova Dior de Beijing introduz na grife o conceito de conceptstore. Marino projetou uma galeria de arte, onde obras de artistas plásticos e objetos artesanais,dividem o espaço de 800 metros quadrados com as coleções feminina e masculina.
Outro diferencial é o enfoque dado à boutique Dior Homme. Espelhos em preto e branco, um espaçoso deck e monitores de LED apresentando clips produzidos por Kris Van Assche, diretor criativo da Dior Homme, criam um ambiente contemporâneo e original para o cliente da grife, cada vez mais importante na nova estratégia da marca.
Toledano e o tigre
O presidente da Dior, Sydney Toledano, comentou que na China existe uma energia borbulhante que lembra Nova York nos anos 70, que reflete o aquecimento do mercado de luxo no colossal tigre asiático. Sofisticados e curiosos foram outros adjetivos usados por Toledano para descrever o consumidor chinês de alto poder aquisitivo. 



