Exposição Les Clefs d’une Passion

Fundação Louis Vuitton  – Paris

A Fundação Louis Vuitton nasceu de um sonho de seu presidente, Bernard Arnault, de criar um espaço dedicado à arte, especialmente a arte contemporânea.

A Fundação irá dedicar-se, principalmente, à evolução das tendências da arte e à criação contemporânea. Ao mesmo tempo, propõe uma perspectiva histórica da arte moderna do século XX. Isso permitirá a seus visitantes um maior entendimento ao chegar às criações mais recentes. Ou seja, ao olhar o passado será mais receptivo às ideias mais atuais.

Desde a sua inauguração no outono de 2014, em Paris, a Fundação objetiva obras e criações que foram selecionadas ou encomendadas por sua relevância.

A coleção permanente compreende obras pertencentes à Fundação ou da coleção particular de seu presidente e irá enfatizar as principais linhas de identificação, em um contínuo da arte moderna para a criatividade contemporânea.

As exposições temporárias serão organizadas em conjunto com outras instituições públicas e privadas, como em coleções particulares, com a participação direta dos próprios artistas.

O Edifício

“Com o mundo em constante mudança queria projetar um edifício que evolui com o tempo e a luz para criar uma impressão instantânea e contínua mudança” – Frank Gehry.

O edifício foi criado por um dos maiores arquitetos do século, Frank Gehry, que associou a leveza da transparência do vidro à sua arquitetura que combina a arte tradicional, incorporando ousadas inovações visionárias oferecidas pela tecnologia. A partir da invenção de um vidro curvo e um processo de design único, cada passo da construção foi levada aos limites de uma arquitetura codificada na medição de um sonhar.

A Exposição

A Fundação LVMH, após a sua inauguração, apresenta uma grande exposição – “Les Clefs d’une Passion” – “As Chaves de uma Paixão”. Esta exposição reúne grandes obras primas que marcaram e traçaram o curso da história da arte moderna do século XX. Para isso, foram escolhidos artistas como: Piet Mondrian, Mark Rothko, Fernand Léger, Francis Picabia , Édvard Munch, entre outros.

As obras são provenientes dos maiores museus do mundo, como: a Tate Modern,Londres; o MOMA, New York; o Munch Museum, Oslo; o Guggenheim, New York; o StateRussian Museum, Moscou; o HNAM – Centre George Pompidou, Paris; a Kunsthaus, Zürich; o MOCA, Los Angeles;

A exposição se articula em quatro sequências que entram em ressonância com as quatro linhas que estruturam a coleção contemporânea da Fundação: as linhas expressionismo subjetivo, contemplativo, popista e a música.

A primeira sequência da exposição, expressionismo subjetivo, refere-se às questões sobre a vida, a morte, a ansiedade, a solidão. Foram escolhidas obras de : Kazimir Malévitch, Édvard Munch, Francis Bacon, Alberto Giacometti, Otto Dix, Helene Schjertbeck.

A segunda sequência refere-se a importância da linha contemplativa da coleção. Ela evolui da meditação diante da natureza, com obras de: Claude Monet, Piet Mondrian, Akseli Gallen – Kallela, Ferdinand Hodler, Emil Nolde à abstração radical, com obras de: Kazimir Malévitch, Constantin Brancusi, Mark Rothko, levando à uma visão hedonista com obras de: Pierre Bonnard, Pablo Picasso.

A terceira sequência, a popista, refere-se a vitalidade, o dinamismo e o progresso da vida moderna por meio de suas expressões mais contemporâneas: a cidade, o esporte, a publicidade, as mídias. Foram escolhidas obras de: Robert Delaunay, Fernand Léger, Francis PIcabia.

A quarta sequência refere-se a música e sua estreita relação com os artistas. Foram escolhidas obras de: Henri Matisse, Wassily Kandinsky, Frantisek Kupka, Gino Severini.

Imperdível!

Serviço:

Fundação Louis Vuitton

Endereço: 8,Avenue du Mahatma Gandhi, Bois de Bologne -75116 – Paris

Telefone: +33 140 69 96 00

Horários: segunda-feira a sábado: 9H00 às 19H00