Paixão, know-how, fumo baiano e fidelidade à cartilha da tradição cubana na produção de charutos artesanais contribuem para a marca brasileira Menendez Amerino, da Bahia, ser uma das eleitas entre os aficionados mais exigentes do mundo dessa empresa que nasceu da jointventure entre as famílias Menendez, de Cuba, e Amerino, da Bahia
A baiana Menendez Amerino, principal produtora de charutos do Brasil, lançou uma edição especial em embalagens exclusivas reunindo três dos melhores fumos da marca. Entre os charutos, estão os Dona Flor e Alma, combinados para serem harmonizados com diferentes bebidas e apreciados em ocasiões distintas.
O grande diferencial dos charutos baianos está na produção. São confeccionados artesanalmente por mãos femininas, delicadas e cuidadosas. O belo sabor vem da da mistura perfeita das folhas, produzidas na Mata Norte (de sabor mais forte e doce) e da Mata Fina (mais aromático e suave).
Bahia + Cuba
A empresa é um resultado da união do empresário baiano Mário Amerino da Silva Portugal com a família cubana Menendez, reconhecida pela produção dos cultuados charutos Montecristo e H. Uppman em seu país natal. Com a estatização da economia cubana e, consequentemente, das indústrias de charutos no país, a família se refugiou na Espanha em busca de fumos que reunissem a mesma qualidade aromática do encontrado no arquipélago do polêmico Fidel Castro. Acharam o que procuravam no nosso Recôncavo Baiano, com a família de Amerino. Depois de se tornarem compradores fiéis, os dois grupos decidiram se associar e fundar uma indústria no Brasil especializada em handmade cigar.
Dona Flor, Alonso Menendez, Aquarius e as cigarrilhas St. James são algumas das marcas produzidas pela empresa, consideradas as melhores do país, entre as melhores do mundo. 
A caixa com três charutos custa cerca de R$70 e pode ser encontrada nas melhores tabacarias.



