Apesar de Cuba ser o principal produtor de charutos do mundo, a Itália oferece produtos de sabor refinado, forte e exótico
Os mais populares charutos do mundo, claramente são os famosos cubanos, mas a Europa também tem tradição entre aficionados e apreciados com marcas como Toscano, Da Matta e Dom Francisco. Entre as curiosidades que envolvem o ato de fumar um ‘italiano’, está o fato de os charutos de, em média, 15 cm serem feitos para cortar ao meio, ficando com dois charutos de 7,5 cm.
O responsável pela produção de tabaco na região da Toscana foi Cristóvão Colombo. Depois de visitar Cuba e ver os nativos da usando as folhas para uso medicinal, ele ficou curioso sobre as propriedades da planta e levou sementes para serem plantadas na Itália. O primeiro charuto foi produzido por lá em 1815, quando uma chuva molhou totalmente os fardos de tabaco de um agricultor, que entregaria as folhas como pagamento de impostos ao Grão-Duque da Toscana.
O agricultor teve de aproveitá-lo assim mesmo, pois seria preso se não pagasse os impostos. Transformou as folhas de tabaco em charutos e colocou-as à venda, a novidade foi um sucesso e ele conseguiu o dinheiro necessário para pagar o Grão-Duque.
Diferencial
O primeiro diferencial dos charutos de origem italiana é o fato de eles serem enrolados de acordo com a sua forma natural, sem passar por moldagem em máquinas específicas. Isso confere uma aparência rústica, por conta da torção de folhas inteiras e molhadas. O processo de secagem para refinar o sabor leva aproximadamente um ano, com os charutos sendo guardados em adegas. Com seu aroma forte, sabor seco e ligeiramente amargo os charutos Italianos são uma opção para quem gosta de sabor forte, mais exótico e diferenciado. 
Os charutos podem ser encontrados nas melhores importadoras do país.



